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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Pai se desespera ao ver filho preso por roubo de celular em João Pessoa



Jovem foi detido após roubar celulares de passageiros de um ônibus.Pai não consegue esconder o desespero ao ver o filho algemado.
























A prisão de um jovem assaltante em João Pessoa, na Paraíba, seria apenas mais um registro policial do que acontece todo dia no país. Porém, a história ganhou um contorno dramático, porque revela a dor e o desespero dos pais ao encontrarem o único filho. 



O rapaz foi detido depois de roubar celulares de passageiros dentro de um ônibus. Ao encontrar o filho na delegacia, a mãe chora e o abraça.


Já o pai não consegue esconder o desespero ao ver o filho algemado: "Eu dei conselho a tu, cara, eu falava todo vida rapaz, seja um homem igual a teu pai é. Seu pai é um homem, pelo amor de Deus, meu filho, e aí? Meu filho, o que você diz pra mim agora? Diga, diga meu filho, diga agora. Pelo amor de Deus, Ramon, falei tanto pra tu se afastar de amizade ruim. Ramon, amizade é teu pai e tua mãe. Eu to aqui... ninguém vem atrás de tu, não, ninguém”.


Para ver o vídeo clique AQUI.


G1

Ministério Público comprova descaso com a Educação Pública em Chapadinha




À convite do SINDCHAP Promotor Douglas Nojosa visitou escolas públicas municipais de Chapadinha!


O objetivo da visita às escolas municipais de Chapadinha para averiguar denúncias sobre as condições da estrutura física, as condições precárias aos quais são armazenadas a alimentação escolar, disciplinas que deixaram de ser oferecidas ao londo do ano, falta de professores, salas de aula superlotadas, escuras e quentes, falta de livros didáticos, material para o professor trabalhar, enfim,  o Ministério Público constatou que há sérios problemas para serem reparados. A vistoria foi uma solicitação do SINDCHAP para observar o estado precário de conservação das escolas e da Educação Pública em Chapadinha.


Somente 4 (quatro) escolas foram visitadas na tarde de ontem, (03 de setembro) mas o suficiente para que o Promotor Douglas Nojosa sentisse a aflição e o drama vivido por professores, alunos e funcionários das cantinas nas escolas municipais. Não divulgaremos os nomes das escolas e preservamos a imagem de algumas pessoas por acreditar que o Servidor Público das escolas é tão vítima do descaso e do abandono por parte do atual desGoverno, quanto os alunos de nossas escolas.


Agradecemos ao Ministério Público que não está inerte diante diante das situações que tanto nos afligem. 


Algumas cenas do descaso com a educação chapadinhense. A verdade que a mídia governista, mentirosa e hipócrita tenta esconder:






Aqui cozinhava-se frango para a merenda das crianças. Receita: Pedaços de frango cozidos na água, óleo e sal a gosto. (não havia mais nada pra temperar)


A professora Wegilla presidente do COMAE mostrando que os sacos plásticos que embalam os pães são fechados com grampos. Um outro detalhe que chamou a atenção foi que os pães não pareciam ter sido feitos naquele mesmo dia e só seriam servidos às crianças no outro dia, ou seja, chegaram dia 02 com cara de terem sido feitos dia 01, mas só seriam servidos dia 03.

Professores relataram o drama vivido em sala de aula superlotadas, sem ventilação e iluminação adequadas, sem livros didáticos e sem a menor perspectiva de melhoras. 


Professores relataram ainda que o novo mobiliário que chegou as escolas é inadequado por ser pequeno para alguns alunos e grandes demais para serem colocados em sala de aulas onde só caberiam 35 carteiras e estudam até 48 alunos ou mais. 


Houveram denúncias inclusive de que até a tinta para recarregar os pincéis utilizados para escrever no quadro branco são os professores quem compram com recursos próprios. E os recursos FUNDEB e o PDDE da escola pra onde foram?



Alunos e professora denunciaram a falta de livros de didáticos e disciplinas que deixaram de ser oferecidas no início do ano letivo e só agora estão chegando professores às escolas, porém a carga horária dessas disciplinas incluindo português e matemática já está comprometida e não será mais possível recuperá-las. 


Entulho na porta da escola. A gestora da escola relatou que enviou vários ofícios as secretarias responsáveis pedindo a remoção do lixo, porém até aquele momento não havia obtido nenhuma resposta.


Alunos do "Mais Educação" indo embora antes das 15 horas. Ham? Como assim? 



Local onde de acordo com denúncias recebidas seria realizado o "Mais Educação" na referida escola. Você deixaria seu filho ficar ao menos uma hora que fosse neste lugar?




Escolas rodeadas de lixo.










Cantinas escuras, estreitas, sem estrutura, iluminação ou ventilação adequada.


O Promotor Douglas Nojosa ficou perplexo e anotou tudo o que viu e ouviu.


Pedaços de frango secando ao sol para servidos "no outro dia" aos alunos. 



Alunos de uma das escolas visitadas receberam a professora e presidente do SINDCHAP, Neldan Araújo com muita alegria.







A professora Wegilla também foi recebida com alegria.


Veja o local onde a alimentação escolar estava guardada antes de ser servida para os alunos. Note que há uma vassoura e até um relógio antigo de parede.






Sem refeitório nas escolas, as crianças merendam de pé ou onde der.



A escola onde essa bela fotografia foi tirada foi reformada este ano. Dá pra acreditar?
O Promotor não acreditou.







Diante de tudo isso eu pergunto a você: Tá melhor? E aí? Tá tudo belezinha?


Fonte: Blog do SINDCHAP

Torcedora admite ter xingado Aranha, mas não vai pedir desculpas


Patrícia Moreira perdeu o emprego que tinha na Brigada Militar após o episódio


Foto: ITAMAR AGUIAR/RAW IMAGE/ESTADÃO CONTEÚDO


No dia 28 de agosto de 2014, o Santos venceu o Grêmio por 2 a 0, em Porto Alegre. Porém, durante o jogo, Aranha reclamou de estar sofrendo ofensas racistas, acusando torcedores de o chamarem de "macaco" e "preto fedido". Patrícia foi flagrada pela câmera da ESPN, que transmitia a partida, insultando o goleiro.


Patrícia, que era auxiliar de saúde bucal no Centro Médico da Brigada Militar, acabou sendo afastada do emprego.




Por causa destas manifestações racistas, o Grêmio foi excluído da Copa do Brasil em julgamento ocorrido na quarta-feira (3).



A pena por injúria racial é de um a três anos de reclusão, mais multa.




Patrícia Moreira chegou com segurança reforçada e chorando à 4ª Delegacia Civil de Porto Alegre para depor sobre os insultos racistas ao goleiro Aranha, do Santos, na última quinta-feira (28). Ela foi flagrada chamando o atleta de "macaco". Cerca de oito policiais do GOE (Grupo de Operações Especiais) escoltaram a garota.


O esquema foi armado para preservar a integridade física da torcedora, que se manteve escondida durante esse tempo e sofreu ameaças após o episódio.


Segundo o jornal Zero Hora, o delegado responsável pelo caso, Cleber Ferreira, disse que a menina admitiu ter xingado o goleiro Aranha de "macaco". A jovem, no entanto, não cogitou pedir desculpas ao jogador.

— Ela disse que foi no embalo da torcida, que costuma usar essa expressão nos cânticos.



De acordo com a polícia, o depoimento da torcedora é considerado o momento mais importante dentro das investigações. Do lado de fora da delegacia, integrantes do movimento União dos Negros pela Igualdade [UNEGRO], protestam contra as manifestações racistas.




Gazeta Press






Grêmio e Santos fariam o jogo de volta das oitavas de final da competição nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, mas ao invés disso, representantes dos dois times estiveram na sede do STJD, no Rio de Janeiro, para acompanhar o julgamento dos incidentes envolvendo o goleiro Aranha.


O árbitro da partida, Wilton Pereira Sampaio, também foi julgado pelo STJD, assim como seus assistentes Kléber Lúcio Gil e Carlos Berkenbrock, e o quarto árbitro Roger Goulart. Wilton Pereira por não ter relatado na súmula do jogo o acontecido com Aranha e seus auxiliares por não terem falado ao árbitro os xingamentos por parte da torcida gremista.


Wilton Pereira defendeu-se da acusação alegando que não escutou nada e, que se tivesse conhecimento dos xingamentos, teria suspendido a partida. Quando ficou sabendo do incidente, ao chegar ao hotel, resolveu fazer um adendo ao STJD:


— Chegando ao hotel, junto com minha equipe de arbitragem, fiquei assustado com as reportagens sobre a questão e, para não passar em branco, fiz o adendo sobre o ocorrido.


No fim, os auditores do processo votaram e optaram pela suspensão por 45 dias do árbitro Wilton Pereira Sampaio, além de R$ 800 de multa. Os auxiliares e o 4º árbitro receberam 30 dias de gancho e multa de R$ 500.







Com informações do R7

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Inaugurado Centro Judiciário de Conciliação em Chapadinha-MA


Na última terça-feira, 02 de setembro, foi realizada a solenidade de inauguração do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Chapadinha-MA que já se encontra em pleno funcionamento. 






A Solenidade de Instalação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania na Faculdade do Baixo Parnaíba - FAP


A inauguração do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Chapadinha representa a abertura de mais um canal de acesso à justiça, seguindo o caminho que vem sendo trilhado pela Justiça Federal na sua trajetória de aproximação do cidadão.


Os métodos consensuais de solução de litígios, entre os quais está a conciliação, são instrumentos efetivos de pacificação social e vêm assumindo papel de destaque no cenário de atendimento das mais diversas demandas da sociedade. Os métodos consensuais de solução de litígios têm a grande vantagem de romper com a dicotomia vencedor-vencido,  que caracteriza o processo civil clássico, dando ensejo à construção de uma justiça dinâmica, que se amolda aos anseios de uma sociedade sempre em movimento e que busca a efetivação de novos direitos.


A conciliação traz resultados práticos tanto para os órgãos públicos envolvidos, como para os nossos jurisdicionados, que buscam uma justiça ágil e efetiva. 



A diretora de ensino da FAP, professora Nony Braga a FAP frisou que ao aceitar a parceria com o tribunal de justiça para instalar o 16º Centro de Solução de Conflitos e Cidadania a FAP abraça o desafio assumindo mais uma responsabilidade social, a de juntar-se aos representantes da justiça e da lei dando viabilidade a essa proposta alternativa que é a de resolver conflitos, conciliando e buscando a solução de conflitos pela via do diálogo e da pacificação.


Em sua fala o Dr. Cristiano Simas, juiz de Direito e diretor do Fórum da comarca de Chapadinha apresentou algumas estatísticas da 1º vara de Chapadinha:


De janeiro de 2014 até esse momento foram distribuídos na 1º vara de Chapadinha 2.371 processos. Em seis meses foram distribuídos 2.371 processos, foram julgados nesses seis meses 2.688 processos se nós somarmos as decisões, os despachos e julgamentos, nos últimos seis meses o Dr. Cristiano Simas atuou 10.217 vezes nos processos distribuídos na primeira vara.  




O Juiz Dr. Criatiano Simas apresentou estas estatísticas por ter dois objetivos, primeiro: Demonstrar a sociedade que nós vivemos hoje em Chapadinha e creio que na 2º Vara também a realidade é a mesma um índice muito grande de litigiosidade. A nossa distribuição é quase que irreal dada à quantidade de processos que são protocolados em Chapadinha. Esses dados eles contemplam os dados dos últimos seis meses. Pediu ao Desembargador que levasse ao tribunal o nosso desejo e necessidade da instalação da 3º vara em Chapadinha que inclusive já foi criada recentemente.


Não há dúvida de que a Instalação desse Centro vem somar um importante passo na via conciliatória de modo que nós venhamos a reduzir de maneira significativa essa cultura de judicialização que Chapadinha tem. A sociedade infelizmente tem a cultura de tornar as demandas sejam as grandes ou pequenas demandas em processos judiciários. O que inviabiliza a justiça que nós buscamos, que é uma justiça célere, rápida e eficaz.


Nesse primeiro ponto por si só já justificaria todo o esforço que os senhores e as senhoras, o poder judiciário e a FAP tiveram em instalar em Chapadinha esse centro.  Um outro ponto destacado pelo Dr. Cristiano Simas ao   Desembargador José Luís, Juiz Alexandre  e  a todos os presentes foi que a conquista e a quantidade de processos  que foram julgados, distribuídos e os processos que tramitaram e ainda estão em tramitação na 1º Vara de Chapadinha só foi possível por que ele tem a melhor equipe de trabalho que um juiz pode ter no Maranhão e ele fez questão de deixar isso bem claro a todos os presentes, porque nos últimos 10 anos o juiz Dr. Cristiano Simas dedicou-se exclusivamente a magistratura abrindo mão de sua vida acadêmica e de parte de sua vida familiar porque foi aqui que ele escolheu trabalhar e de publico Dr. Cristiano Simas fez essa homenagem aos Servidores da Comarca de Chapadinha 1º Vara e do Juizado que o acompanha nessa luta por uma justiça eficiente e eficaz e finalizando o juiz Cristiano Simas colocou o Juizado e a 1º Vara a disposição de todos.




A mesa de honra da cerimônia foi composta pelas seguintes autoridades e parceiros do projeto:


  • O Presidente do núcleo permanente de métodos consensuais de solução de conflitos e cidadania, Desembargador José Luís de Oliveira de Almeida que naquele ato também representou a Presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão desembargadora Cleonice Silva Freire;


  •   O Diretor do Fórum da Comarca de Chapadinha, o Juiz Cristiano Simas de Souza;


  •   A Diretora de Ensino da Faculdade do Baixo Parnaíba, Professora Nony Braga;


  •   O Coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, o Juiz Alexandre Lopes de Abreu;


  •  O Juiz Mario Henrique Mesquita Reis, juiz da 2º vara;


  •  A Juíza Liliana Maria Ferreira Soares Bouéres, juíza do Trabalho;


  •   O Advogado Gaudêncio Gomes, representante da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil;


  •  O Sr. Antônio Guedes de Paiva Neto, Controlador do Município na oportunidade representando a Prefeita;


  •   O Sr. Raimundo Nonato Silva, Presidente da Câmara Municipal de Chapadinha;


  •   O Promotor de Justiça Gustavo Antônio Dias, promotor da 2º Comarca de Chapadinha.



Registramos também a presença do Pastor Pedro Vilela representando as Igrejas Evangélicas, o Dr. Jairo Timbó, Delegado regional, Janio Ayres Rocha diretor da Unidade Regional de Ensino - URE.

Empresas Parceiras Banco do Brasil, Caixa Econômica e CAEMA. 


Logo após o breve discurso do Desembargador José Luís de Oliveira de Almeida que parabenizou ao Juiz Dr. Cristiano Simas, a FAP e aos demais presentes e parceiros do processo e destacou a importância do Centro para dar mais agilidade da justiça e destar o"nó górdio"  que muitas vezes prende as ações judicias, fazendo que a justiça se torne lenta e não atenda a demanda e sociedade de forma ainda mais efetiva e satisfatória



O Desembargador finalizou suas palavras afirmando que juntamente com seu colega magistrado o o Juiz Alexandre Lopes auxilará o Centro na possibilidade de suas forças e disponibilidades possíveis. 


Ao final da cerimônia foi feita a entrega dos certificados aos novos conciliadores que participaram de treinamento oferecidos pelo Judiciário em pareceria com a FAP ao todo 42 novos conciliadores receberam seus certificados veja abaixo alguns deles.