Pages

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Juiz é parado em blitz e manda policial lhe chamar de excelência



Com a contribuição do Blog do Luís Pablo





Um juiz ficou revoltado por ter sido parado em uma blitz, para apresentar sua documentação do veículo e a carteira de motorista.
Após o policial verificar que a documentação estava em dia, o magistrado disse: “vocês ficam parando as pessoas erradas meu querido”.
O policial, por sua vez, respondeu: “muito obrigado senhor”. Indignado, o magistrado falou:“senhor não, doutor, excelência. Eu falo contigo senhor policial e eu sou excelência porque sou juiz”.
Clique e veja abaixo (Vídeo extraído do SLZOnline):


Publicação by slzonline.com.


Com a contribuição do Blog do Luís Pablo

Governo federal irá mapear crimes de ódio na internet



Ministério da Justiça reforçará grupo de trabalho com investigações criminais




O Ministério da Justiça irá reforçar com ações da Polícia Federal o grupo de trabalho interministerial criado nesta quinta-feira (20), para monitorar e mapear crimes contra os direitos humanos nas mídias sociais. A tarefa é receber e analisar denúncias sobre páginas da internet que promovem o ódio e fazem apologia à violência e à discriminação.
Durante a solenidade de criação do grupo, em Brasília, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, destacou que os órgãos participantes devem lidar com um tema que se torna cada vez mais presente e que demanda uma atuação cada vez mais efetiva por parte do Estado brasileiro.
Marivaldo lembrou ainda que os crimes de ódio nas redes sociais, muitas vezes, causam sofrimento, geram violência e divisão na sociedade. “Não podemos permitir que o que a internet representa hoje para nós seja desvirtuado de modo a causar violência, sofrimento e divisões”, ressaltou.
A iniciativa é liderada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O grupo também será composto por membros da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), da Secretaria de Políticas para Mulheres, do Ministério Público Federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Colégio Nacional dos Defensores Públicos Gerais.
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, avaliou como assustador o crescimento dos crimes de ódio no Brasil. Segundo ela, dados da SaferNet Brasil indicam um aumento entre 300% e 600% no registro desse tipo de violação no país entre 2013 e 2014. Para Ideli, a legislação brasileira precisa ser revista quando se trata de crimes cibernéticos.
“O crime virtual desemboca, infelizmente, no crime real”, disse ela, ao citar o caso da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, atacada por uma multidão e morta em maio, em Guarujá (SP), depois da publicação de um retrato falado em uma rede social de uma mulher que realizava rituais de magia negra com crianças sequestradas. A dona de casa foi confundida com a mulher do retrato falado.
Em oito anos, segundo o governo, a SaferNet Brasil recebeu e processou 3.417.208 denúncias anônimas envolvendo 527 mil páginas na internet. As demandas foram registradas pela população por meio de hotlines que integram a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos.
A ministra da Seppir, Luiza Bairros, destacou que o lançamento do grupo de trabalho ocorre no Dia Nacional da Consciência Negra. A ideia, segundo ela, não é criminalizar usuários de redes sociais, mas fazer valer os conceitos de democracia e desenvolvimento inclusivo.
“As desigualdades no Brasil foram muito naturalizadas ao longo do tempo”, disse. “Queremos desenvolver um trabalho bastante incisivo de condenação do preconceito”, completou.
Além da criação do grupo de trabalho, o governo anunciou uma parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo. O Laboratório de Estudos em Imagem e Cibercultura da instituição – referência nacional em pesquisas sobre redes sociais – vai desenvolver um aplicativo para que a Secretaria de Direitos Humanos possa acompanhar a atuação das redes de apologia ao crime e também de redes de defesa dos direitos humanos.



Com informações da Agência Brasil

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Dicas de livros infantis para celebrar a cultura afro-brasileira




Uma das qualidades da boa literatura é a sua capacidade de nos fazer entrar em contato com diferentes culturas a partir das suas histórias, conhecendo alguns elementos que compõem a identidade de um povo. Além de nos aproximar de hábitos, valores e costumes, alguns livros nos permitem adentrar o diverso, o estranho, aquilo que não compreendemos e que precisamos acessar, se quisermos ampliar o nosso olhar e vermos o mundo como um espaço de liberdade e convivência entre os diferentes.
Esse é o mote dessa seleção organizada pela nossa equipe. Nela, escolhemos obras especiais: coletâneas de narrativas provenientes da tradição oral de diferentes povos africanos, biografias de importantes líderes e pequenos contos que abordam a questão da identidade da criança afro-brasileira de maneira sensível e inteligente.
Eles estão à venda em nossa livraria e, se clicar aqui, você será redirecionado para nossa loja e poderá ler as resenhas que preparamos cuidadosamente para você.
Boa leitura!

Homem que aparece espancando mulher em vídeo, é preso no Rio




Um adolescente de 15 anos também teria participado da sessão de tortura em São Gonçalo



Do R7




Mulher teve os cabelos raspados e foi espancada com madeiraReprodução
Policiais do 7º BPM prenderam na quinta-feira (13) um suposto traficante na comunidade do Jóquei, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio. O suspeito, conhecido como Sombra, é apontado como o homem que espanca uma mulher a pauladas em um vídeo amplamente divulgado nas redes sociais. A prisão de Sombra foi divulgada nesta quarta-feira (19) pela Polícia Militar. Na terça-feira (11), um menor que também teria participado do vídeo foi apreendido pela polícia.


A delegada da Delegacia de Alcântara (74ª DP), Mônica Areal, afirma que só teve conhecimento do vídeo ao apreender o adolescente, de 15 anos, por porte de drogas. 

— Eu ia liberá-lo, porque a quantidade era pequena e configurava apenas uso, mas um policial militar me mostrou a gravação no celular. Ele [o adolescente] confessou que estava no vídeo.

O vídeo divulgado nas redes sociais é apenas um recorte. No vídeo original, o homem raspa os cabelos da mulher e começar a sessão de espancamento com ela sentada em um banco. O adolescente preso na terça-feira (11) afirma que o motivo da tortura foi "uma fofoca sobre um menor" que a mulher teria feito. 

O adolescente também confessou que faz parte do tráfico na favela da Linha, também em São Gonçalo. Segundo a delegada, ele foi apreendido por envolvimento com o tráfico.

A mulher que aparece no vídeo ainda não foi localizada pelos policiais.


Veja o vídeo abaixo. Atenção cenas fortes.